A TML ingressa na Gazeta Revolucionária após discutir as diferenças entre os dois agrupamentos. Verificamos que as nossas divergências se circunscrevem à caracterização da Rússia e China que, para a GR, ainda não são imperialistas, enquanto para a TML esses países são imperialistas. Por outro lado, destacamos as seguintes convergências: a) a defesa da Teoria da Revolução Permanente, pela rejeição da “Frente Única Anti-imperialista”, entendendo-a como frente popular ou frente populista de conciliação e colaboração de classes com a burguesia; b) a luta contra o golpe militar que se avizinha; c) a luta por um Congresso da classe trabalhadora; e d) a luta por uma Internacional operária, comunista e revolucionária, não reivindicando nenhum agrupamento internacional após 1952. As discussões levaram a GR e a TML à conclusão de que, apesar das divergências acima apontadas, não se justificava a existência dos dois agrupamentos e que ...
Por um programa operário e revolucionário