© foto: Ivan Alvarado O Chile recentemente viveu uma situação pré-revolucionária que, infelizmente, foi canalizada para uma política eleitoreira e parlamentarista, em razão da ausência de um partido operário marxista revolucionário. O atual governo chileno, dirigido pelo ex-líder estudantil Boric, caracteriza-se por sua política pequeno-burguesa democratizante pró-imperialista, semelhante ao Podemos espanhol, o Siryza grego, e o NPA francês, sendo o PSOL a versão brasileira. A política que esses partidos implementam no poder é de submissão ao capital financeiro, ao imperialismo. Além disso, apoiam políticas tipo a Lava Jato, polícia “pacificadora” nas favelas como o faz o deputado Freixo, ex-PSOL, cumprem contratos, com a burguesia e o imperialismo, e também aplainam o caminho para a reação, como fizeram os governos do PT, que é o exemplo mais acabado da política de conciliação e colaboração de classes no Brasil. Leia mais: Servidores federais: preparar a greve geral dia 18...
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