As eleições para prefeitos e vereadores que ocorrem no Brasil seguem sendo violentas e antidemocráticas. Quase diariamente, a imprensa noticia assassinatos de candidatos em várias cidades do País.
Nos debates, acontecem cadeirada entre candidatos e brigas de soco entre os assessores. O pleito, além disso, é antidemocrático, com os partidos da burguesia tendo o monopólio do tempo de propaganda eleitoral nos meios de comunicação, como rádio e TV, prevalecendo o poder econômico desses partidos.
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Infelizmente, a classe trabalhadora não conseguiu forjar uma alternativa revolucionária, após o fracasso do Partido Comunista e do Partido dos Trabalhadores, em razão da política de colaboração e conciliação de classes.
Portanto, mais do que nunca, urge que a classe trabalhadora brasileira construa um partido operário revolucionário para defender suas reivindicações históricas, como salário mínimo de acordo com o DIEESE, escala móvel de salários de acordo com a inflação, escala móvel de horas de trabalho (ou seja, redução do trabalho, sem redução do salário), reforma e revolução agrária e expulsão do imperialismo.
Para tanto é fundamental, uma frente única operária, dos trabalhadores, camponeses pobres e estudantes, por meio de seus partidos operários, como PT, PCdoB, PC, PCO, PSTU, PSOL, e de suas organizações operárias, como CUT, FORÇA SINDICAL, CST- Conlutas, MTST e MST, na perspectiva do socialismo e de uma Internacional operária e revolucionária.
Assim, nestas eleições, apesar de suas limitações institucionais, propomos o voto nos partidos operários, apontando para a necessidade de forjamos uma frente única de luta dos operários, trabalhadores, camponeses pobres e estudantes, deixando claro que a mobilização e a luta dos trabalhadores não pode e não deve se subordinar ao parlamentarismo burguês.
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