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Estados Unidos preparam ataque ao Brasil

O governo dos Estados Unidos, sob o pretexto de considerar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) organizações terroristas, por estarem envolvidos com o tráfico de drogas, preparam atacar o Brasil, a exemplo do que fizeram com a Venezuela, com o sequestro de Maduro para roubar o petróleo dos nossos vizinhos, e agora fazem o mesmo com a guerra contra o Irã.

Essa tática burguesa é muito antiga. No Brasil, por exemplo, o ex-presidente Collor de Mello colocou a luta contra a corrupção e a caça aos marajás, mas visando, na prática, atacar a classe trabalhadora, com carestia, inflação e aumento do custo de vida das massas, sendo que ele é que era o maior corrupto.

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No caso do Brasil, os Estados Unidos visam a Amazônia e as nossas riquezas minerais, tais como: minério de ferro (matéria-prima do alumínio), ouro, nióbio, manganês, estanho (cassiterita), níquel, diamantes, terras raras (minerais estratégicos para tecnologia), os quais geram bilhões de dólares em exportação, contribuindo de maneira significativa para o PIB mineral do Brasil e abastecendo indústrias globais, tudo isso sem esquecer da grande reserva de água no aquífero Guarani.

Além disso, os Estados Unidos visam as riquezas produzidas pelas indústrias brasileiras, por exemplo, a Petrobras, e pelo agronegócio, tudo isso consequência da adoção da Doutrina Monroe por Donald Trump.

Os Estados Unidos, junto com Israel, produziram essa escalada da guerra, que está levando o mundo à debacle. Trump ameaça a todos, inclusive aliados imperialistas, como o Canadá e, inclusive, países da OTAN, como a Dinamarca, por causa das riquezas da Groenlândia. Está sufocando Cuba com o criminoso e covarde bloqueio da ilha.

O mundo está praticamente todo conflagrado, ou seja, além das guerras dos Estados Unidos e Israel, Ucrânia e Rússia prosseguem a matança de trabalhadores, assim como o Paquistão, potência nuclear, atacando o Afeganistão.

Tudo isso com a conivência do covil de bandidos que é a ONU (como Lênin chamava sua antecessora, a Sociedade das Nações). A crise do imperialismo é terminal. O imperialismo é a reação em toda linha. É a época dos monopólios, de guerra e revoluções.

Daí o desespero do principal país imperialista, que poderá arrastar o mundo para a barbárie, caso a classe trabalhadora não consiga forjar, na luta de classes, sua Internacional Comunista, instrumento necessário para conduzir a humanidade pelo caminho do socialismo.

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