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1º de Maio: a luta pela independência de classe

A classe trabalhadora celebra o Dia 1º de maio buscando a sua independência de classe. Mas, infelizmente, tem pela frente um enorme desafio: a luta para expulsar as direções conciliadoras dos sindicatos e de suas centrais.

As direções conciliadoras se empenham em atrelar o movimento dos trabalhadores aos partidos burgueses, como Podemos, União Brasil, PSDB, Rede etc., e aos partidos pequenos burgueses, como democratizantes, como o PT e o PSOL, etc.

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Isso se reflete no governo que está no poder no Palácio do Planalto, liderado por Lula e Alckmin, refletindo uma aliança de conciliação e colaboração de classe, que basicamente defende os interesses da burguesia brasileira e sua submissão ao imperialismo.

A classe operária necessita romper essa política de colaboração de classe no sentido de sua independência de classe. Para tanto, precisa impulsionar uma frente única dos trabalhadores, por meio de seus partidos, como PT, PSOL, PCO, PSTU, UNIDADE POPULAR etc., e suas organizações de massas e estudantis, como CUT, CST-CONLUTAS, FORÇA SINDICAL, UNE etc.

O objetivo é colocar em pauta as reivindicações imediatas e históricas da classe trabalhadora, como a escala móvel de salários (aumento do salário de acordo com a inflação) e o salário mínimo conforme o DIEESE. Também se destacam a redução da jornada de trabalho para 36 horas, sem redução de salário, a reforma agrária (terra para quem nela trabalha) e a expulsão do imperialismo.

Assim, com a resolução dessas tarefas democráticas, com certeza, caminharemos na via do Socialismo revolucionário!

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