sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Coreia do Norte segue enfrentando o imperialismo com teste nuclear

A Coreia do Norte anunciou pela KCTV que realizou um teste nuclear. “O teste atômico aconteceu na base de Penzye-ri, no nordeste do país, mesmo local onde a Coreia do Norte já detonou artefatos em 2006, 2009, 2013 e em janeiro deste ano.” (Blog da Liga Bolchevique Internacionalista, LBI).

O teste nuclear é o quinto realizado e coincide com o 68o aniversário do Estado Operário da Coreia do Norte.

A locutora Ri Chum-hee da KCTV disse que “A detonação atômica aconteceu com sucesso” e que é a “medida de resposta aos EUA e nossos inimigos que nos sancionaram, negando nosso status de orgulhosa potência nuclear e criticando nossas ações baseadas no direito à autodefesa.” (Idem).

Acrescentou, ainda, que “Vamos continuar reforçando as nossas capacidades para impulsionar a nossa força nuclear.” (Idem).

Já anteriormente, “No teste nuclear de janeiro, o país assegurou ter usado uma bomba de hidrogênio.” (Idem).

Segundo Lênin, vivemos na época dos monopólios, na época do acirramento da concorrência, na época da decadência imperialista, da fusão do capital industrial com o bancário, formando o capital financeiro, época de reação em toda linha, de guerra e revoluções. Hoje temos a ONU (Organização das Nações Unidas), que, ainda conforme disse Lênin de sua antecessora, a Sociedade da Nações, não passa de um covil de bandidos. Temos a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), máquina de destruição poderosíssima, que ataca aos povos do mundo inteiro, despejando milhões de bombas, como no Norte da África, Líbia, Mali, no Oriente Médio, Síria, na Europa, Ucrânia, e na América Latina, Colômbia, etc., bem como promovendo golpes de estado, como na Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Venezuela, etc.  

O Estado operário norte-coreano, em razão da inviabilidade da política da “teoria do socialismo num só país”, precisa de reorientar a sua política no sentido do internacionalismo proletário, da construção da Internacional operária e comunista,  da revolução internacional, no sentido da revolução permanente, sendo que, para tanto, há necessidade de uma revolução política, conduzida por um partido operário marxista revolucionário. 

Todavia, neste momento em que a Coreia do Norte entra em atrito com o imperialismo, a Tendência Marxista-Leninista defende incondicionalmente o Estado operário, colocando-se ao seu lado contra o enclave sul-coreano, assim como contra a OTAN e o imperialismo norte-americano e europeu (esse é o verdadeiro Eixo do mal!), por entender que o proletariado norte-coreano possui o legítimo direito de autodefesa, da mesma forma que o proletariado cubano.

A TML defende também o direito do Irã desenvolver o seu programa atômico, tendo em vista principalmente os ataques do enclave sionista e terrorista de Israel, que vem assassinando os professores e cientistas iranianos covardemente, fazendo os carros que estes últimos são conduzidos serem explodidos à bomba.  

No Brasil, a TML defende o desenvolvimento do programa nuclear brasileiro e denuncia os ataques do imperialismo norte-americano contra o mesmo, por meio da farsa da “Operação Lava-Jato”, impulsionada pelo Juiz Sérgio Moro, suposto agente da CIA, que prendeu o vice-almirante da reserva Othon Luiz Pinheiro da Silva, considerado o pai do programa nuclear brasileiro, presidente licenciado da Eletronuclear, empresa que trabalha na construção de Angra 3.

Assim, a Tendência Marxista-Leninista defende incondicionalmente o Estado operário da Coreia do Norte, entendendo legítimo o seu direito à autodefesa contra os países imperialistas como os Estados Unidos, a França, a Inglaterra, a Alemanha, o Japão, a China, a Rússia, o enclave terrorista e sionista de Israel e o enclave sul-coreano, que constituem o verdadeiro Eixo do mal. 

Tendência Marxista-Leninista, por um partido operário marxista revolucionário

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