domingo, 31 de janeiro de 2016

GM demite 517 metalúrgicos em São José dos Campos

A General Motors de São José dos Campos anunciou que enviará telegramas de demissão a 517 metalúrgicos.
A crise do capitalismo mundial de 2008  chegou de forma retardatária ao Brasil. Os patrões não titubeiam em jogar a conta da crise nas costa dos trabalhadores.
Em agosto do ano passado, a GM havia demitido 798 trabalhadores, mas recuou em razão da luta dos trabalhadores.
Agora, a luta deve ser redobrada, sendo que os trabalhadores devem realizar Assembleia, eleger um comando de greve e decidir a ocupação da fábrica, colocando as reivindicações de retorno dos demitidos; redução da jornada de trabalho, sem redução de salário; e estabilidade no emprego.
- Greve com ocupação da fábrica;
- Reintegração dos demitidos;
- Redução da jornada de trabalho, sem redução de salário; e
- Estabilidade no emprego.

4 operários morrem na Heineken de Jundiaí
O quarto operário da cervejaria Heineken de Jundiaí morreu em razão da explosão de uma caldeira na fábrica.
O Sindicato da Alimentação informou que havia denunciado o ritmo excessivo de trabalho que os operários eram submetidos ao Ministério do Trabalho.
Fazer denúncia ao Ministério do Trabalho faz parte da luta, mas não devem os trabalhadores ter ilusão que ele vai tomar qualquer providência.
O fundamental é a ação direta, a luta do conjunto dos trabalhadores que agora devem realizar uma Assembleia para fazer uma greve, elegendo um comando de greve, até que seja elaborado um laudo técnico que garanta que a fábrica tem condições seguras de funcionamento, bem como sejam pagas as devidas indenizações às famílias dos 4 operários mortos.

- GREVE ATÉ QUE A FÁBRICA TENHA CONDIÇÕES SEGURAS DE FUNCIONAMENTO!
PAGAMENTO DAS INDENIZAÇÕES ÀS FAMÍLIAS DOS OPERÁRIOS MORTOS!
-    REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO, SEM REDUÇÃO DE SALÁRIO!

Erwin Wolf

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