sábado, 6 de agosto de 2016

Há 71 anos Estados Unidos jogaram bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki matando 250 mil civis

Os Estados Unidos, em 6 e 9 de agosto de 1945 jogaram bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki,  matando 166 mil e 80 mil pessoas, respectivamente.

Os imperialismos dos Aliados, Estados Unidos, Inglaterra e França era tão cruéis como o dos países do Eixo  nazi-fascista, Alemanha, Itália e Japão.

“A causa imediata da guerra atual é a rivalidade entre os impérios coloniais antigos e ricos: Grã-Bretanha e França, e os espoliadores imperialistas atrasados: Alemanha e Itália.” (O “MANIFESTO DO ALARME” DA QUARTA INTERNACIONAL, in “OS QUINZE PRIMEIROS ANOS DA QUARTA INTERNACIONAL”, página 32, de Jean-Jacques Marie, Editora Palavra, 1978).

Os revolucionários devem se colocar sempre pela derrota do imperialismo, mesmo em seu próprio país: o inimigo está em casa.

Os EUA continuam se arvorando a polícia do planeta. É a “pax americana”, a exemplo da “pax romana”.  Como Lênin ensinou, a época dos monopólios, do capital financeiro (industrial + bancário), é a época imperialista, da reação em toda linha, de guerra e revoluções, sendo certo que todo o processo histórico dos Séculos XX e XXI confirmam os prognósticos de Lênin, em sua obra escrita entre janeiro e junho de 1916, “O imperialismo fase superior do capitalismo”, a qual completou 100 anos. 

Há pouco dias os Estados Unidos violaram o território Sírio e assassinaram um líder do Estado Islâmico, sua cria, como o Bin Laden. Sempre a mesma história: os EUA armam, usam e depois descartam seus mercenários.

Perseguem Edward Snowdem, ex-agente de uma empresa ligada à CIA, que revelou as arbitrariedades e os crimes os de espionagem do Império e Julian Assange, do WikiLeaks, que também fez revelações sobre a podridão yankee.

Com relação à Federação Internacional de Futebol, a Fifa, com certeza os Estados Unidos moveram-se por causa de seus interesses financeiros contrariados, ou seja, em virtude de empresas como Nike, Red Bull, Coca-cola etc., pois perderam a disputa pelas sedes de 2018 para a Rússia e 2022 para o Catar. Agora o que o EUA estão fazendo é correr atrás do prejuízo de suas empresas, querem recuperar o dinheiro que perderam ou deixaram de ganhar, com os expedientes de extorsão, como a conhecida nazi-fascista delação premiada (lembram-se na Alemanha nazista os filhos eram incentivados a delatarem os próprios pais), processo esse que já se iniciou com a transação do brasileiro J. Hawilla, da Traffic, empresa de marketing esportivo, que “concordou” em devolver U$ 158 milhões dólares, mais ou menos 473 milhões de reais. É ainda prejudicar ou inviabilizar a Copa da Rússia. 

Se fosse por problema de corrupção mesmo, deveriam antes ter apurado a compra das sedes das Olimpíadas de Atlanta em 1996  e de Salt Lake City em  2002. Pura hipocrisia!

As investidas americanas se dão por bem e por mal. Anteriormente, empreenderam uma aproximação com Cuba, preocupados com a construção pelo Brasil do porto na Ilha, que poderá impulsionar o comércio da Refinaria brasileira de Pasadena.

Antes, ainda, os EUA apoiaram golpes em Honduras, Paraguai; derrubaram Kadafi, na Líbia; apoiaram um golpe nazi-fascista na Ucrânia; atacam as Repúblicas de Donbass e Donest; apoiaram golpe militar para derrubar governo eleito democraticamente no Egito; armaram e usaram o Estado Islâmico contra o Iraque e a Síria, desestabilizando a região; tudo isso como forma de apoiar o Estado sionista e terrorista de Israel contra o povo palestino.

Recentemente, atacaram a Rússia, que hoje também é um país imperialista, com “sanções”, tentando derrubar o rublo, que chegou a cair de um dia para o outro 20%;

Os EUA tem dado origem, também recentemente, a uma série de escaramuças com a China, que também hoje é um país imperialista, em razão do mar do Sul da China.

Esses conflitos dos imperialismos dos EUA e da União Europeia com o bloco imperialista eurásico, Rússia e China, ameaça a deflagração da III Guerra Mundial.

Esta colocada mais do que nunca a questão do socialismo ou barbárie.

IGNÁCIO REIS

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