quarta-feira, 3 de agosto de 2016

O Povo do Rio Grande do Norte se revolta contra a repressão da polícia e golpistas enviam o Exército

O povo pobre potiguar, em mais de 20 cidades do Estado, inclusive na capital, Natal, revoltou-se contra a repressão da polícia militar do Estado, destruindo diversos prédios públicos, inclusive sedes de tribunais, assustados os golpistas enviaram tropas do Exército.

A entrada em cena  do Exército para reprimir a população potiguar é sempre problemática, por ser composto em sua base por soldados, filhos de trabalhadores e camponeses, pois não está acostumado a matar pobre e negros diariamente. Somente serão utilizados em casos extremos. 

Os militares entraram em cena também recentemente no Rio de Janeiro, a pretexto das Olimpíadas.

Assim, os golpistas correm o riscos que a base do Exército, os soldados, voltem suas armas contra os próprios golpistas, como aconteceu recentemente na Turquia! 

A tendência é que, no confronto com as massas, o exército se divida! 

Além disso, nenhuma aparato repressivo, inclusive as forças armadas, consegue deter o movimento operário e popular!

No Rio de Janeiro, como em São Paulo, são mortas pela PM mais de 500 pessoas anualmente, em cada uma das cidades. Um média de 2 pessoas por dia.

As Olimpíadas são também um pretexto para o avanço da especulação imobiliária, pois o setor patrocina a repressão à população pobre na ânsia para conseguir retomar os espaços ocupados pelos pobres, motivo pelo qual é criado esse estado de terror na cidade, inclusive com a atuação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) que não têm nada de pacificadoras, mas sim de aterrorizadoras.

Mas a maior suspeita é que é um pretexto para a entrada em cena dos militares  golpistas, visando a consumação do “impeachment”/golpe em marcha.

Recentemente, nos Estados do Ceará e no Maranhão, governado por Flávio Dino, do Partido Comunista do Brasil (PCdo), também solicitaram apoio dos golpistas para enviarem tropas do Exército.

Então, nessa situação de militarização do Rio de Janeiro, é fundamental que os operários e o conjunto de trabalhadores devem organizar comitês de autodefesa, a partir dos sindicatos e das centrais sindicais, visando a mobilização contra o golpe, no próximo dia 5 de agosto, no Rio de Janeiro,  rumo à luta pela greve geral, por meio da eleição de comandos de greve, contra o golpe da burguesia entreguista e do imperialismo norte-americano, pela derrubada revolucionária da ditadura Temer/Cunha. 

Tendência Marxista-Leninista, por um partido operário marxista revolucionário

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