terça-feira, 12 de abril de 2016

Manifestação gigantesca no Rio de Janeiro contra o golpe

Ontem, dia 11 de abril, foi realizado uma manifestação gigantesca contra o golpe, no Rio de Janeiro, com a presença de aproximadamente 300 mil pessoas.

O Ato contou com a presença do ex-presidente Lula e artistas como Chico Buarque e Wagner Moura.

As manifestações gigantescas espalham-se pelo País, demonstrando a disposição de luta da classe operária, dos trabalhadores, dos camponeses e da maioria da população oprimida nacional.

Os confrontos e os enfrentamentos estão se generalizando. No Estado do Paraná, dirigido pelos nazi-fascistas Beto Richa, governardor do Estado, e Sérgio Moro, juiz federal, provavelmente (como ele gosta de dizer) agente da CIA, na semana passada eles massacram 20 sem-terras, mantando 2 trabalalhadores. Na Estado da Paraíba, foi morto o presidente do PT, Ivanildo Francisco da Silva, da cidade de Mogeiro, no agreste paraibano. 

Conforme as análises da TML, ao que tudo indica, aproxima-se o enfrentamento e o confronto generalizado do movimento de massas contra os golpistas da burguesia entreguista pró-imperialismo norte-americano, tendo em vista a votação do "impeachment", do golpe, no Congresso Nacional.

A TML defende a frente única operária, dos trabalhadores e camponeses, para derrotar aos golpistas, rompendo com a política de colaboração de classes da direção majoritária do PT, rompendo com a burguesia e o imperialismo e seus partidos,  formando  comitês de autodefesa e de luta contra o golpe, as milícias operárias e populares, assim como deliberando e executando a política do proletariado revolucionário, por meio de Assembleias Populares (conselhos operários/sovietes),  na perspectiva da sustentação e instauração de um governo operário e camponês, para expropriar a burguesia golpista, mídia, bancos, fábricas, e o imperialismo, expulsando-o, garantindo a verdadeira independência nacional, bem como realizando a reforma e revolução agrárias, com a expropriação do campo, e revolução agrária, com a expropriação das empresas agrícolas e rurais, realizando, assim, as tarefas democráticas pendentes, por meio da revolução permanente, rumo ao socialismo. 

Erwin Wolf

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